Daí veio aquela confusão vou/não vou, vou/não vou, vou/não vou...Conversa no telefone aqui, troca mensagem ali. Pronto, encontrei uma passagem aérea pagável, o que já foi um bom incentivo para decidir. Mas o maior incentivo mesmo veio do maridão Marcelo que mesmo viajando a semana toda e nós dois morrendo de saudade, me disse "não precisa esperar mais 10 anos para a próxima grande Conferência"...rs.
Como dizem em Recife, terra da Marcella, "pronto!"
E sobre a Rio+20, aí vai um breve texto que escrevi há alguns dias. Novidades na próxima semana. Valeu Amorcelo e Marcellinha!
Vários estudos recentes apontam que a sociedade humana está vivendo além da capacidade do Planeta de prover recursos naturais, sendo que atualmente mais de 60% dos serviços ecossistêmicos e biodiversidade estão degradados ou comprometidos do ponto de vista da sustentabilidade, com efeitos negativos para o bem-estar, saúde e segurança para as pessoas.
Fato é que não existe solução simples para a atual crise ambiental. O comportamento humano precisa ser visto não só como parte do problema, mas também como parte da solução, considerando-se inclusive a necessidade de reorganização social. Há muitas décadas são discutidas ações e acordos para que essa realidade mude. Muito já foi feito, mas sem dúvida alguma, ainda há muito por fazer.
Diferente da Eco 92, em que foram firmados importantes acordos de ordem socioambiental (Convenções do Clima, da Biodiversidade e da Desertificação), a previsão é de que a Rio+20 seja uma conferência mais política do que executiva e que sirva de ponto de partida para um novo e longo processo de discussões internacionais focadas no desenvolvimento sustentável.
Os principais temas macro a serem tratados na Rio+20 são "economia verde" e "governança", o que se traduz pela necessidade de encontrar formas de desenvolvimento socioeconômico que respeite os limites do planeta e os direitos humanos, e também que as instituições nacionais e internacionais sejam capazes de implementar as ações necessárias.
A premissa fundamental é a de que todos os seres humanos dependem direta ou indiretamente da natureza e dos serviços providos pelos ecossistemas para terem condições a uma vida decente, saudável e segura. Afinal de contas, como já afirmou o biólogo Edward O. Wilson, a humanidade não se definiu pelo que criou, mas por aquilo que ela escolheu não destruir.
Conheça os principais avanços feitos nos últimos 40 anos:

Agora, queridona, dê uma de repórter e mande notícias!!! Feliz por você!! Bjs
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