Wangari
Maathai nasceu no Quênia em 1940 e, apesar das adversidades em sua infância, em
1956, concluiu a escola primária. Depois disso sua formação foi quase
meteórica, ganhou bolsa de estudos e passou por universidades nos EUA e na
Europa, até concluir o doutorado na Universidade de Nairóbi.
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| "Quando plantamos árvores, plantamos sementes para a paz e a esperança". |
Mãe
de 3 filhos, bióloga de formação e especialista em anatomia veterinária,
Wangari foi a primeira mulher da África Leste e Central a obter diversos dos
diplomas de formação acadêmica pelos quais batalhou. Em 2002, ela foi
professora convidada do Global Institute of Sustainable Forestry da Universidade
Yale e,
nesse mesmo ano, em dezembro, nas primeiras eleições livres do seu país, foi
eleita membro do Parlamento queniano.
Wangari
Maathai ficou conhecida no mundo pela sua luta de conservação das florestas e
do meio ambiente, tendo fundado na década de 1970 o movimento do Cinturão Verde
Pan-africano, uma iniciativa que plantou 30 milhões de árvores, gerou emprego e
renda e melhorou o micro-clima da região.
Suas
formas de ação únicas contribuíram para chamar a atenção nacional e
internacional para a opressão política. Ela serviu como uma inspiração para
muitos na luta por direitos democráticos e especialmente encorajou as mulheres a melhorar sua situação.
Sua luta e persistência ao longo de décadas foram
reconhecidas, em 2004, com a premiação do Nobel
da Paz. É
dela a frase "Quando plantamos árvores, plantamos
sementes para a paz e a esperança".
Precisamos de mais
Wangari Maathai no mundo, pessoas que acreditam em uma causa e por meio de sua
luta diária provocam mudanças positivas no meio em que vive e na vida de muitas
pessoas. E aqui vale tanto as grandes quanto as pequenas mudanças.
Para saber mais e se
inspirar, fica a dica de sua autobiografia: Inabalável, editora Nova Fronteira.





